Associação Médica Brasileira World Federation of Associations of Pediatric Surgeons Asociación Iberoamericana de Cirugía Pediátrica

Notícias da Associação

XI Congresso da Cipesp acontece em agosto

Nos dias 25, 26 e 27 de agosto, será realizado em São Paulo o XI Congresso Paulista de Cirurgia Pediátrica. O evento é uma iniciativa da Associação Paulista de Cirurgia Pediátrica (Cipesp) e tem com o apoio da Cipe.

Estão abertas as inscrições para o XI Congresso Paulista de Cirurgia Pediátrica, que se realiza de 25 a 27 de agosto em São Paulo (SP).

Dois convidados internacionais já confirmaram presença: a Dra. Maria Marcela Bailez, cirurgiã pediátrica e presidente do Hospital de Pediatria Dr. Juan P. Garrahan (Buenos Aires/Argentina) e, desde 2015, também presidente do International Pediatric Endosurgical Group (Ipeg), e o Dr. Pablo Laje, cirurgião pediátrico do Children’s Hospital of Philadelphia (EUA).

Informações detalhadas sobre as inscrições, entre outras estão disponíveis no site da Cipesp www.cipesp.com.br. Em breve, será divulgada a programação do evento, bem como outras informações. Aguarde.

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III Simpósio Internacional de Pesquisa em Cirurgia Pediátrica

Já estão abertas as inscrições para o III Simpósio Internacional de Pesquisa em Cirurgia Pediátrica, que irá se realizar nos dias 10 e 11 de agosto, na Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB/Unesp), no interior do estado de São Paulo, com o apoio da Cipe e da Cipesp.

O evento, que será presidido pela Prof. Erika V. P. Ortolan, pretende contribuir para o desenvolvimento da Cirurgia Pediátrica, especialmente em áreas em que a evolução científica e tecnológica ocorre atualmente com maior rapidez: cirurgias minimamente invasivas, robótica, intervenções fetais, transplantes inter vivos e bioengenharia. Segundo ela, “nesse sentido, a Cirurgia Pediátrica tem colaborado com o avanço científico no país e a associação com outros profissionais, formando equipes multi e interdisciplinares, tem permitido aprimorar os cuidados assistenciais e ampliar o ensino da pesquisa a alunos de graduação e pós-graduação”.

A inscrição de trabalhos para o simpósio poderá ser feita até o dia 30 de junho.

Convidados

Dois convidados internacionais têm presença confirmada: o Prof. Augusto Zani, do Hospital for Sick Children, da Universidade de Toronto (Canadá), e o Prof. Riccardo Superina, da Feinberg School of Medicine, da NorthWestern University of Chicago (EUA). Também participarão do simpósio, como convidados, os Drs. Ana Cristina Aoun Tannuri (FM/USP), Antonio Aldo Melo Filho (FM/UFC), Joaquim Murray Bustorff-Silva (FCM/Unicamp), José Luiz Martins (EPM/Unifesp), Lisieux Eyer de Jesus (FM/UFF e presidente da Ciperj), Lourenço Sbragia Neto (FM/USP-Ribeirão Preto) e Pedro Luiz Toledo de Arruda Lourenção (FM/Unesp-Botucatu).

As inscrições permanecerão abertas até o dia 7 de agosto e, depois, somente durante o evento. As inscrições poderão ser efetuadas com valores reduzidos até o dia 15 de julho. Alunos regulares do Programa de Pós graduação em Bases Gerais da Cirurgia matriculados nesta matéria, assim como os alunos de iniciação cientifica com bolsa Pibic/CNPQ ou Fapesp (2014 – 2017) com trabalhos aceitos, serão isentos.

O evento conta com o apoio da FM/Unesp-Botucatu, Unesp, FM/USP-Ribeirão Preto, Cipe, Cipesp e Staepe.

Para conhecer a programação, obter mais informações e realizar inscrições, acesse o site do simpósio: http://www.inscricoes.fmb.unesp.br/principal.asp .

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Cremesp: Pemc e cursos

Em junho, o Programa de Educação Médica Continuada (Pemc) do Cremesp será desenvolvido em Ribeirão Preto, Franca e Sertãozinho, no Norte do estado.

As aulas e palestras realizados anteriormente, como a que abordou malformações na parede abdominal, estão disponíveis para download no link http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=AulasPalestras.

 

O Cremesp, em parceria com o Hospital Albert Einstein, oferece cursos de revisão médica, divididos em módulos com duração média de 30 horas cada um. No momento, estão disponíveis em quatro modalidades: Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Saúde Pública. Em breve, novos módulos serão oferecidos. Mais informações podem ser obtidas pelo link

http://cremespeducacao.org.br/?curso=curso-de-revisao-em-medicina-cremesp-albert-einsten.

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As Jornadas de Fortaleza têm início na próxima quarta, dia 7, com cursos e cerimônia de abertura

A II Jornada Norte-Nordeste de Cirurgia Pediátrica, em conjunto com a V Jornada Brasileira de Residentes de Cirurgia Pediátrica e IV Simpósio das Ligas Acadêmicas de Cirurgia Pediátrica, organizados pela Cipe, terão início no próximo dia 7 de junho, no Hotel Oásis Atlântico Imperial, em Fortaleza (CE), estendendo-se até o dia 10.

 

“Os eventos representam importante momento de atualização e divulgação científica na área da Cirurgia Pediátrica. A expectativa é de participação intensa não apenas de colegas da região Norte e Nordeste, mas de todo o país, haja vista que o mesmo engloba eventos de cunho nacional ligados aos residentes e ligas acadêmicas”, declara o Dr. Antônio Aldo Melo Filho (CE), membro da comissão científica dos eventos, juntamente com a Dra. Maria do Socorro Mendonça de Campos (BA).

 

No dia 10, também em Fortaleza, a Cipe ainda oferecerá a oportunidade de participação em exame de suficiência para obtenção do Título de Especialista em Cirurgia Pediátrica, conforme regulamentação da Associação Médica Brasileira (AMB).

 

O Dr. Aldo acredita que a cidade de Fortaleza “com sua já conhecida hospitalidade e ampla rede hoteleira, aliada ao seu clima e belezas naturais, detém potencial ímpar de atrair número significativo de participantes”.

 

Conteúdo

A programação científica evento contará com três grandes temas: Acesso Vascular em Pediatria, Cirurgia Minimamente Invasiva em Pediatria e Cirurgia Neonatal. Segundo informou, o desenho geral da programação privilegia o debate, na medida em que a grande maioria das palestras terá duração de 15 a 20 minutos, sempre preservando tempo ao final das mesas para discussões entre palestrantes e plateia. “Já confirmada a participação de mais de 60 colegas cirurgiões pediátricos de todo o país, entre palestrantes e debatedores, além do Dr. Jorge Gody Lenz, do Chile, que tem como expertise a área de Cirurgia Minimamente Invasiva em Pediatria”, complementou.

 

Além de temas científicos, haverá conferências e mesas para discussão sobre mercado de trabalho, honorários médicos, segurança em cirurgia, residência médica e atuação das ligas em Cirurgia Pediátrica. Para abordar esses temas, os eventos terão a participação da Dra. Rosana Leite de Melo, secretária executiva da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e do Dr. Sigisfredo Luis Brenelli, presidente da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), além de outros palestrantes.

 

No dia 7 de junho, ocorrerão os dois cursos programados: o Workshop de Punção Vascular Ecoguiada e o intitulado Princípios Fundamentais em Videocirurgia: Curso de Imersão Teórico-Prático.

 

Homenagem

O Dr. Augusto César Gadelha de Abreu será o presidente de honra do evento. Trata-se de uma forma de reconhecer “seu notável papel na formação de várias gerações de cirurgiões pediátricos no estado do Ceará”, declara o Dr. Aldo. Em 1o de fevereiro de 1989, junto com o Dr. Luiz Carvalho, o Dr. Cesar Abreu criou a Residência Médica (RM) de Cirurgia Pediátrica do Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), instalado em Fortaleza. Ainda hoje essa é a única do estado e uma das poucas da região Norte-Nordeste. Até o momento, essa RM do Hias formou 25 cirurgiões pediátricos, que atuam em vários estados da federação e oferta duas vagas de RM reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC), por ano.

 

“Esperamos os colegas em junho na terra do Sol para debatermos juntos atualidades em Cirurgia Pediátrica!”, convida o integrante da comissão científica das jornadas.

 

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XI Mutirão Nacional de Cirurgia da Criança: balanço final

No mutirão 2017, 242 crianças foram atendidas nos 14 serviços participantes, contribuindo para reduzir a fila de espera, especialmente nos hospitais públicos. Veja mais fotos na Galeria e na página da associação no Facebook.

O XI Mutirão Nacional de Cirurgia da Criança, organizado pela Cipe, foi realizado no dia 6 de maio, com o objetivo de reduzir a fila de espera por cirurgias pediátricas nos hospitais do país, assim como os que o antecederam.

A edição 2017 do mutirão da Cipe beneficiou 242 crianças e adolescentes nos 14 serviços participantes, de nove estados: Bahia (1), Pará (2), Paraíba (1), Paraná (1), Rio de Janeiro (3), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (2), São Paulo (1) e Tocantins (1). Também nesta 11ª edição, não foi relatada nenhuma intercorrência decorrente das cirurgias.

Infelizmente, imprevistos impossibilitaram a realização das operações programadas em três serviços que estavam inscritos: o Hospital da Criança Pref. João Vargas de Oliveira, de Ponta Grossa (PR), o Hospital da Criança (Obras Sociais de Irmã Dulce – Osid), de Salvador (BA), e o Instituto da Criança (ICr/HC/FMUSP), de São Paulo (SP).

Confira a seguir o resumo do mutirão nacional 2017:

Estado Serviço/Cidade Crianças atendidas
Bahia – H. Municipal Albino Leitão – São Sebastião do Passé 10
Pará – Santa Casa de Misericórdia – Belém 20
– H. Regional Público do Araguaia (HRPA) – Redenção 22
Paraíba – H. Universitário Lauro Wanderley – João Pessoa 29
Paraná – H. de Clínicas da Univ. Federal do Paraná – Curitiba 32
Rio de Janeiro – H. Estadual da Criança – Rio de Janeiro 11
Inst. de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG/UFRJ) – Rio de Janeiro 7
– H. Alcides Carneiro – Petrópolis 18
Rio Grande do Sul – H. da Criança Conceição – Porto Alegre 10
– Hospital Escola da Universidade Federal – Pelotas 9
Santa Catarina – Hospital Infantil Joana de Gusmão – Florianópolis 21
– H. São José – Criciúma 22
São Paulo – Santa Casa de Misericórdia – Araras 10
Tocantins – Hospital Infantil Público – Palmas 21
TOTAL 242

Veja mais detalhes sobre o mutirão em cada um dos serviços participantes.

 

Bahia
Hospital Municipal Albino Leitão – São Sebastião do Passé

O Dr. Bahia (de camisa azul) foi o responsável pela realização das cirurgias. O prefeito e o vice-prefeito da cidade, respectivamente, Dr. Breno Konrad e Fábio Argolo, acompanharam de perto a realização do mutirão.

Fotos: Diego Costa

Ao todo, 68 crianças passaram pelo processo de triagem na Policlínica Dr. Renilson Rehem, onde a equipe médica avaliou, caso a caso, a necessidade do procedimento cirúrgico. Deste total, cinquenta foram encaminhadas para realização de cirurgias de hérnia e fimose e dez foram operadas já no sábado, no Hospital Municipal Dr. Albino Leitão.

O Dr. José Bahia Sapucaia, que realizou as cirurgias, destacou a importância da participação da administração pública municipal no mutirão organizado pela Cipe. “Esse é um projeto muito importante para a cidade, porque preenche uma grande lacuna. Muitas crianças têm que se deslocar para outras unidades para serem operadas, e agora, a prefeitura, com esse trabalho maravilhoso, está permitindo que essas crianças sejam operadas dentro da própria cidade”.

O mutirão também marcou a reabertura do centro cirúrgico da unidade.

 

Pará
Santa Casa de Misericórdia – Belém

Fotos: Divulgação/Santa Casa de Belém

Uma equipe de oito cirurgiões da Santa Casa de Misericórdia do Pará, em Belém, se empenhou na realização do mutirão nacional da Cipe: Drs. Carlos Alberto Paiva Rego, Emanuel Conceição Resque Oliveira, Juliana Maia Teixeira, Manuel Eduardo Amoras Gonçalves, Ronaldo José Alves da Silva, Suzanne Hernandes Maia, Thiago Said Daibes Pereira e Victor Nelson Pacheco Alcocer.

Conforme informado pelo Dr. Eduardo Amoras, “foram chamadas 24 crianças, entretanto, como quatro estavam gripadas, foram operaras 20“: 15 de hérnia inguinal, duas de hérnia umbilical, duas de hidrocele e uma de orquidopexia.

 

Hospital Regional Público do Araguaia (HRPA) – Redenção


Fotos: Divulgação/HRPA

O Hospital Regional Público do Araguaia (HRPA), que atende a 15 municípios do Sul do Pará, convocou 30 crianças da fila de espera, porém apenas 22 puderam ser operadas: três tiveram as cirurgias suspensas em virtude de infecção das vias aéreas e duas não compareceram na data.

O Dr. Ugo Bicego Queiroz, único cirurgião pediátrico do hospital, informou que foram realizadas postectomias e herniorrafias inguinal, umbilical e epigástrica: “Todas (as crianças) receberam alta no mesmo dia (cirurgias em leito-dia), sem nenhuma intercorrência nem cirúrgica, nem anestésica. Durante a espera as crianças foram atendidas por equipe multiprofissional, incluindo psicologia. As crianças operadas receberam medalha de honra ao mérito e certificado de bom comportamento.”

Este ano, as mães puderam assistir a vídeos de orientação sobre temas de saúde, como doação de sangue e cuidados de higiene, entre outros.

 

Paraíba
Hospital Universitário Lauro Wanderley – João Pessoa

 

 Fotos: Divulgação/HULW

Para o atendimento aos 29 pacientes agendados, foram envolvidos seis cirurgiões, seis anestesiologistas e toda a equipe de enfermagem do bloco cirúrgico do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), de João Pessoa. O mutirão foi realizado durante cinco horas, em cinco salas cirúrgicas, efetuando procedimentos ambulatoriais de fimose e hérnias.

“O mutirão foi um sucesso. Com o envolvimento de toda equipe, conseguimos reduzir nossa demanda do ambulatório, que desde o ano passado estava reprimida”, declarou a Dra. Ana Cláudia Penazzi, cirurgiã pediátrica e coordenadora do mutirão no serviço. Com a ação, a fila foi reduzida pela metade, e o tempo de espera de outras crianças baixou de 180 para 30 dias.

No dia das cirurgias, a equipe da brinquedoteca, em conjunto com os palhaços do grupo Tiquinho de Alegria (projeto de extensão formado por alunos da UFPB e do HU), recepcionaram e entretiveram as crianças, acalmando-as e fazendo com que se esquecessem das cirurgias.

Veja vídeo: https://youtu.be/ngSDhFcOAhI

 

Paraná
Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná – Curitiba

Fotos: Divulgação/HC-UFPR

Na data do mutirão, 32 meninos passaram por cirurgia de postectomia (fimose). Geralmente, são realizadas na unidade cerca de 50 cirurgias por mês. Ou seja, em apenas um dia, aconteceram 64% dos procedimentos previstos para os próximos 30 dias.

O Dr. Miguel Agulham, chefe do serviço de Cirurgia Pediátrica do HC da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR), ressaltou que “o mutirão é importante para vencermos a fila de espera, que, atualmente, possui mais de 250 crianças”. Segundo Agulham, cerca de 10% da população infantil masculina brasileira é portadora de fimose.

O médico destacou a irrelevância de eventos como este, não só para a área assistencial, mas também na formação de profissionais que aprenderam com o procedimento.

A equipe que se dedicou ao mutirão foi composta pelos seguintes profissionais: as cirurgiãs pediátricas Camila Girardi Fachin e Josiane Bernartt; os residentes Adria Karina Farias, Leilane Oliveira, Carolina Tognolo e Gustavo Oliveira; os anestesiologistas Sérgio Tenório, Eneida Lopes Valente e Flavia Lorenzeto; os residentes de anestesiologia Deivid Pauli, Rafael Drabik e João Luizão; e as enfermeiras Solange Coelho Soares, Flávia Ramos, Rosane Maria dos Santos e Flávia Assunção.

 

Rio de Janeiro
Hospital Estadual da Criança (HEC) – Rio de Janeiro

Foto: Divulgação/HEC

Este ano, no Hospital Estadual da Criança (HEC), 11 crianças foram beneficiadas por cirurgias ambulatoriais durante o mutirão nacional promovido pela Cipe. O Dr. Francisco Nicanor Araruna Macedo foi o responsável pela atividade no serviço de Cirurgia Pediátrica do hospital.

 

Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG/UFRJ) – Rio de Janeiro

Fotos: Divulgação/IPPMG

“O serviço de Cirurgia Pediátrica gostaria de agradecer a todos os envolvidos, direta ou indiretamente, no mutirão de cirurgia pediátrica realizado em maio. É muito gratificante saber que recebemos apoio de toda a comunidade do IPPMG”, declara a Dra. Danielle Nunes Forny, responsável pela coordenação do mutirão no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela reconhece que um mutirão dessa natureza não envolve apenas os cirurgiões pediátricos voluntários; requer a adesão de anestesiologistas, enfermeiros, atendentes e o comprometimento da direção do hospital.

Apesar de lamentar a atual limitação estrutural, que restringiu a sete o número de crianças operadas, ela está segura de que “nosso empenho fez toda a diferença para essas crianças e suas famílias”.

A equipe cirúrgica e de apoio que viabilizou o mutirão foi formada pelos seguintes profissionais: Dra.  Danielle e Dr. Marcos Antonio Turcatel, cirurgiões pediátricos; Dra. Nathalia Quintella, anestesiologista; Drs. Jeferson Tobias, Thais Bejnamin e Desirée Oliveira, residentes de Cirurgia Pediátrica; Dra. Flávia Avolio, pediatra; Dr. Bruno Camacho, residente de anestesiologia; Marisa da Cunha Alves, Luciana Borges, Telma Galvão e Regina Ferreira, enfermeiras;

Valeria Guedes, Isaura Rondon, Marilene Vieira, Luzia da Silva, Rita e Tais, técnicos de enfermagem; e Jacy Clara, auxiliar de serviços gerais.

 

Hospital Alcides Carneiro (HAC) – Petrópolis

Fotos: Divulgação/HEC

Esta foi a primeira participação do Hospital Alcides Carneiro (HAC), de Petrópolis, em um mutirão nacional promovido pela Cipe. E foi um sucesso. Dezoito crianças, com idades entre 10 meses e sete anos, foram submetidas a cirurgias de fimose e hérnias, que foram acompanhadas pelo prefeito Bernardo Rossi e pelo secretário Silmar Fortes, de Saúde.

Com uma média de 50 procedimentos pediátricos realizados por mês, o hospital não possui filas de espera, mas a iniciativa abriu a agenda em dias da semana para intervenções mais complexas.

Marco Daiha, cirurgião-pediátrico do HAC e secretário da Ciperj, organizou o mutirão no hospital. “É um prazer poder realizar este dia que acaba sendo de festa para todos nós, a equipe, os pais e as crianças”, avalia. “A ação evidencia a capacidade cirúrgica da unidade e possibilita que outras especialidades também possam realizar o mesmo movimento para reduzir as filas de espera de procedimentos eletivos”, afirmou a diretora do HAC, Ronye Faraco.

No mutirão atuaram seis cirurgiões pediátricos, quatro anestesiologistas e toda a equipe de enfermagem e técnica de enfermagem do centro cirúrgico e pediatria. “Toda a equipe ficou muito animada em participar, todos trabalharam voluntariamente. Nós precisamos chamar a atenção dos pais quanto a essas doenças cirúrgicas frequentes na infância e o evento é importante por isso. Gostaríamos de agradecer ao prefeito, secretário de saúde e a direção do hospital pelo acolhimento e incentivo ao mutirão. E toda equipe já está pensando no próximo, em 2018”, afirmou Daiha.

As crianças internadas e as que foram operadas no dia 6 de maio tiveram uma surpresa. Na data, a equipe dos Médicos da Alegria e a distribuição de brindes quebraram a rotina do hospital.

 

Rio Grande do Sul
Hospital da Criança Conceição (HCC) – Porto Alegre (RS)

No HCC de Porto Alegre as cirurgias foram antecipadas para o dia 4, pois no dia 6 – data oficial do mutirão – não haveria a possibilidade de realização dos procedimentos no serviço. De acordo com o Dr. João Vicente Bassols, presidente da Cipe e integrante do corpo cirúrgico do hospital, orquidopexia (fixação dos testículos nas paredes da bolsa escrotal) e retirada de hérnias inguinais foram efetuadas na data, num total de 10 cirurgias.

Cirurgiões pediátricos, anestesiologistas e equipes de apoio se dedicaram ao mutirão, parte dos quais fora de seu horário de plantão, com o intuito de apoiar a iniciativa e abreviar o tempo de espera para as cirurgias. “A ação pode antecipar em até seis meses a espera pelo procedimento cirúrgico”, informou o Dr. Bassols.

Depois do intervalo de um ano, o HCC voltou a participar desse esforço nacional da Cipe: sua última participação havia ocorrido em 2015.

Orquidopexia e retirada de hérnias inguinais foram as cirurgias realizadas no mutirão.

 

Dr. Bassols ao lado do diretor técnico do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Mauro Sparta.

 

Como nas edições anteriores, as cirurgias se realizaram sem intercorrências.

Fotos: Diogo Zanella e Divulgação/HCC

 

Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE-UFPel) – Pelotas

Fotos: Divulgação/HE-UFPel

Em Pelotas, o mutirão teve de ser realizado no dia 13 de maio, em virtude de questões de organização local. Nessa data, a equipe chefiada pelo Dr. Victor Garcia Neto, cirurgião pediátrico, realizou seis cirurgias de hérnia e três orquidopexias.

 

Santa Catarina
Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG) – Florianópolis (SC)

Fotos: Divulgação/HIJG

No Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), foram operadas 21 crianças: 15 de hérnia inguinal, cinco de fimose (postectomia) e uma de hérnia umbilical.

O Dr. José Antônio de Souza, responsável pela atividade, informou que, além dele, também participaram os cirurgiões Johnny Grécia Camacho, Joyce Lisboa Freitas, Nyrla Yoshie Yano Gomes e Rafael Miranda Lima e Walberto de Azevedo Souza Jr.

A equipe cirúrgica também foi integrada pelos residentes Amanda Garcia Ferrari, Ana Carina Guirra, Bárbara Barbosa Jinkings, Danilo Fernandes Rebello, Janine Pricila S. Por. Costa e Taiala Sampaio Souza, e pelos anestesiologistas

Alexandre Buffon, Emilton Arena e Milena Barroso Rau, e dois residentes dessa especialidade, além de enfermeiras, técnicas de enfermagem e funcionárias da higienizado.

“Após o mutirão, houve uma feijoada em agradecimento pela colaboração dos participantes”, acrescentou o Dr. José Antônio.

 

Hospital São José (HSJ) – Criciúma (SC)

“Eu e meus colegas, Drs. Airton Varela Jr. e Rodrigo Demétrio estamos muito satisfeitos”, declarou o Dr. Christian Prado.

 

As equipes de anestesiologia, enfermagem e apoio e integrantes da Lacipe da Unesc também participaram do mutirão.

Fotos: Divulgação/HSJ

Mais uma vez, o mutirão se desenvolveu tranquilamente no Hospital São José, de Criciúma (SC). No dia 6 de maio, 22 cirurgias – entre hernioplastia inguinal unilateral (9), postectomia (5), hernioplastia umbilical (2), orquidopexia unilateral (2), exérese de cisto dermoide (1), glossectomia parcial (1), correção de hipospadia em um tempo (1) e exérese de hemangioma (1) – foram realizadas na unidade, segundo relata o Dr. Christian Prado, cirurgião pediátrico e professor do Programa de Residência Médica em Cirurgia do hospital.

“Eu e meus colegas, Drs. Airton Varela Jr. e Rodrigo Demétrio estamos muito satisfeitos. Foram 22 pacientes operados das 7h da manhã até as 12h30, com segurança e todo o cuidado”, comenta, aproveitando para agradecer e parabenizar outros profissionais e alunos que também colaboraram para que o mutirão se viabilizasse: “A equipe de Anestesia do HSJ, a Liga Acadêmica de Cirurgia Pediátrica (Lacipe) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), as equipes de enfermagem e de apoio estão de parabéns.”

 

São Paulo
Santa Casa de Misericórdia de Araras – Araras

Na Santa Casa de Araras, na data prevista, foram realizadas 10 cirurgias pediátricas: cinco postectomia, duas herniorrafias inguinais de lactentes, uma

orquidopexia unilateral e duas exéreses de tumoração de partes moles.

Os procedimentos foram realizados pelo Dr. Marcelo Torrente Silva, cirurgião pediátrico, o qual teve a colaboração dos anestesiologistas Drs. Duílio Vilela e Francisco Dávolos, além do corpo de enfermagem e equipe administrativa.

 

Tocantins
Hospital Infantil Público de Palmas (HIPP)– Palmas

Fotos: Josy Karla/Sec. de Saúde (TO)

O Hospital Infantil Público de Palmas (HIPP), assíduo participante dos mutirões da Cipe, recepcionou seus 21 pacientes em clima de festa, com os palhaços Chambari e Mocotó.

As 24 cirurgias – foram 21 de hérnia, uma de hipospadia, uma postectomia e uma orquidopexia – realizadas na data contaram com uma equipe integrada por três cirurgiões pediátricos, os Drs. Lúcia Caetano (responsável pelo mutirão), Renato Rocha e Maria Fernanda Melo; um cirurgião geral auxiliar, o Dr. Harley Pandolfi (docente da UFT); uma residente de cirurgia geral, Bárbara Chaves; três anestesiologistas, Drs. Diego Carvalho, Mariza Lourenço e Ruth Kittman; dois residentes de anestesiologia,  Drs. Renata Rossato e Fabricio Olimpio, e quatro instrumentadores cirúrgicos, Delcy, Luzia, Iolete e Samir. E, atuando em perfeita sintonia com o grupo cirúrgico, a equipe de enfermagem do bloco cirúrgico.

A Dra. Lúcia Caetano informou que a atividade envolveu “praticamente todas as áreas da unidade, mais diretamente as de recepção, humanização, Psicologia e Brinquedoteca, além dos integrantes da Liga de Pediatria da Universidade Federal do Tocantins (Lipe/UFT)”. Na ocasião também foi realizada, pela equipe odontológica, a higienização bucal supervisionada das crianças antes dos procedimentos.

“O hospital tem isso como uma conquista e a gente percebe o envolvimento de todas as equipes nesta ação. Esse ano a preparação foi melhor, nos articulamos bem. Todos ficamos muito felizes: é realmente um dia de festa, de vitória”, complementou a diretora geral do HIPP, Leiliani Alves da Silva.

Ao fim do mutirão, coube ao secretário estadual de Saúde, Dr. Marcos Esner Musafir, a entrega dos Certificados de Coragem às crianças operadas.

“Agradecemos a cada colaborador e a cada voluntário por ter permitido a realização deste mutirão que tem o principal objetivo minimizar a angustia das crianças que esperam por cirurgias”, assinala a responsável pela atividade.

Veja o vídeo: http://g1.globo.com/to/tocantins/videos/v/mutirao-de-cirurgias-vai-atender-20-criancas-que-estavam-em-fila-de-espera/5851757/

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Novos Associados 05/17

Bahia

Participante – Fernanda Velame Santos Mendonça

Estado: BA

Cidade: Salvador

 

 

Ceará

Participante – Francisco das Chagas Barros Brilhante

Estado: CE

Cidade: Eusébio

 

Participante – João Saraiva da Cruz Neto

Estado: CE

Cidade: Barbacua

 

Participante – Manoel Luiz Filgueira de Oliveira

Estado: CE

Cidade: Fortaleza

 

Participante – Márcia Maria de Holanda Goes Bezerra

Estado: CE

Cidade: Fortaleza

 

Participante – Micaelle Jozinne Gonçalves Cardoso

Estado: CE

Cidade: Juazeiro do Norte

 

Participante – Plutarco Inacio Parente

Estado: CE

Cidade: Sobral

 

Participante – Sérgio Oceliano da Silveira Moreira

Estado: CE

Cidade: Fortaleza

 

 

Minas Gerais

Participante – Leticia Alves Antunes

Estado: MG

Cidade: Montes Claros

 

Pará

Participante – Carlos Alberto Sinimbu de Carvalho

Estado: PA

Cidade: Santarém

 

Rio Grande do Norte

Participante – Thiago Silva Oliveira

Estado: RN

Cidade: Natal

 

Santa Catarina

Associado Titular – Felippe Flausino Soares

Estado: SC

Cidade: Florianópolis

 

Associado Titular – Joyce Lisboa Freitas

Estado: SC

Cidade: Florianópolis

 

Associado Titular – Nyrla Yoshie Yano Gomes

Estado: SC

Cidade: Florianópolis

 

Participante – Cristina Reuter

Estado: SC

Cidade: Timbó

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XI Mutirão Nacional de Cirurgia da Criança é Destaque nas Mídias

Bahia – Sao Sebastiao do Passe – Vídeo

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Justiça proíbe UFMT de revalidar diplomas obtidos no exterior

Em nota, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou que a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) está proibida de revalidar títulos obtidos no exterior, sem que os alunos sejam submetidos a provas atestando de forma adequada as competências, habilidades e atitudes de candidatos ao exercício da medicina no Brasil.

 

Trata-se de decisão liminar da Justiça Federal do Mato Grosso, que atende à ação movida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). Segundo o CFM, os conselhos têm se posicionado pela adoção de critérios únicos para a revalidação de diplomas de médicos estrangeiros, como os estabelecidos no exame Revalida, aplicado pelo Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

 

O grupo criado pelo CFM reúne advogados de diversas entidades médicas – entre elas a Associação Médica Brasileira (AMB), os conselhos regionais de medicina e as sociedades de especialidade – com o objetivo de estudar caminhos jurídicos de defesa dos interesses da medicina no Brasil.

 

Falta de critérios

Segundo a nota do CFM, o juiz federal Cesar Augusto Bearsi informou que essa decisão decorre da constatação de que a UFMT vem descumprindo a legislação brasileira, ao revalidar diplomas sem avaliação criteriosa.

 

Os portadores de diplomas de medicina formados no exterior que eram reprovados na UFMT realizavam, apenas, atividades complementares em hospitais sem supervisão acadêmica adequada. Todavia, cumprida essa etapa, não era exigida dos candidatos a aprovação em nova avaliação, o que ensejava a revalidação automática dos diplomas, em desacordo com a legislação e em detrimento dos profissionais formados no Brasil.

 

“Independentemente de como e onde os estudos sejam complementados, com ou sem convênio com a UFMT, deve, ao final, a universidade pública proceder a uma nova análise e dizer se foi, ou não, superada a falha original, incluída aí a possibilidade de não só analisar o currículo e a carga horária, mas também, exigir prova de conhecimento”, decidiu o juiz.

 

Atualmente, há no Brasil 656 médicos que tiveram seus diplomas revalidados pela UFMT, desses, 79 trabalham no Paraná, 79 na Bahia, 70 no Mato Grosso e 70 em Minas Gerais. Cerca de 90 atuam na região Norte.

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